quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

“Rio Carnaval 
Sem Preconceito”




Enquanto o Governo Federal dá um passo atrás na prevenção a Aids durante o carnaval para o segmento LGBT, o Prefeito do Rio de Janeiro dá dois passos a frente no respeito às diferenças.

Como se pode comprovar no vídeoclipe “Rio Carnaval Sem Preconceito”, de Arlindo Cruz e Luana Carvalho, que está repleto de figuras que simbolizam o carnaval.

O vídeo faz parte da campanha da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual do Rio de Janeiro que será veiculada nos meios de comunicação e divulgada em blocos de rua, bailes de carnaval e na Marquês de Sapucaí.

Participam, entre outros famosos, Beth Carvalho, Lucinha Araujo, a top model Talyta Pugliese, Ângela Ro Rô, musas do carnaval como Quitéria Chagas e Juliana Alves e o casal de mestre-sala e porta-bandeira da Portela, Rogério Dorneles e Lucinha Nobre.

GGB divulga relatório 2011 
sobre homofobia no Brasil


O Grupo Gay da Bahia acaba de divulgar o relatório anual – referente a 2011 – de ocorrências graves de discriminação com base na orientação sexual de gays, lésbicas e travestis em todo o Brasil. Durante o ano passado, o Banco de Dados do grupo registrou um total de 282 ocorrências motivadas por homofobia. O índice coloca o Brasil na alarmante posição de líder mundial de assassinatos à população LGBT – com média de uma morte a cada um dia e meio.  
 
Dentro deste segmento, os gays foram disparados o grupo mais atingido, com 219 casos (77,6% do total). Em segundo lugar, vem as travestis com 36 ocorrências (12,7%), seguidas das lésbicas, com 27 casos (9,5%). O ranking também aponta que março foi o mês mais violento do ano, com 29 ocorrências registradas, enquanto maio registrou 11 casos.
 
No quesito geografia, em termos absolutos, os Estados do Sul e do Sudeste estão na ponta do ranking. São Paulo ocupa o primeiro lugar de crimes contra LGBT com 72 registros, o equivalente a 25% do total. O Rio de Janeiro vem em segundo com 35 casos (12%), Minas Gerais com 22 (8%), Paraná com 11 (6%) e Goiás com 10 registros (3%). Quando se compara o índice de crimes letais, a Bahia assume a liderança como o Estado onde mais homossexuais foram assassinados nos últimos seis anos.
 
Se levarmos esse número para dentro das regiões, Sul e Sudeste foram os mais afetados pela homofobia, com 67% dos casos, acompanhados pelo Nordeste com 18% e Centro Oeste e Norte com 14%.
 
De acordo com o antropólogo e ativista Luiz Mott, fundador do GGB e responsável pelo banco de dados, “essas estatísticas da homofobia não letal confirmam a mesma irregularidade observada nos assassinatos, pois varia muito de ano para ano o perfil nacional: a única regularidade é que todos os dias, certamente várias vezes por dia, há viados, travecas e sapatonas  sendo xingados com esses nomes insultuosos, além dos espancados, torturados, apedrejados”.
 
No caso da violência urbana não-letal (aquela em que o agredido não chega à morte), apesar de tanta diversidade, São Paulo lidera as agressões neste quesito. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro e Salvador assume a terceira posição. Belo Horizonte, Goiânia, Recife, Belém e Curitiba completam o ranking.
Vale destacar que o quadro fica ainda mais tenebroso se levarmos em conta que os dados do relatório são subnotificados, já quem nem todos os crimes são denunciados. “A maioria do segmento  LGBT vítima de violência homofóbica não registra Boletim de Ocorrência nem realiza exame de corpo de delito nos IML de suas cidades, temerosos, com razão, de serem vítima da homofobia policial ou de ter revelada por jornalistas policiais sua orientação sexual muitas vezes secreta. Tal omissão, além de subnotificar as estatísticas de crimes de ódio, indiretamente, estimula a repetição das mesmas agressões”, explica o presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira.
 
Numa avaliação rigorosa do relatório, o professor Luiz Mott acredita que a homofobia no Brasil chegou ao limite. “Atingimos o fundo do poço. A esperança de vida dos LGBT diminui dia a dia: à medida que mais e mais gays e lésbicas saem do armário, sobretudo estimulados pelas paradas gays e pelo movimento de direitos humanos, os homofóbicos se tornam ainda mais intolerantes e agressivos. O Governo Brasileiro tem as mãos sujas de sangue homossexual. Urge liberar o kit antihomofobia escolar e aprovar o projeto de lei que equipara a homofobia ao crime do racismo. Direitos iguais, nem menos nem mais!”, cobra o professor.

Fonte: Mixbrasil
“Ministério da Saúde 
é cúmplice da aids”, 
disse Estruturação


Em ato na porta do Ministério da Saúde contra o veto de propaganda voltada a homossexuais, o Estruturação – Grupo LGBT de Brasília distribuiu panfletos pedindo um estado laico e dizendo que o órgão é cúmplice da epidemia da aids ao ceder a valores conservadores religiosos.

Veja nota na íntegra:

Ministério da Saúde, lugar de religião é na igreja, não nas políticas públicas!
O veto deste ministério à propaganda de prevenção de aids voltada a gays e que seria veiculada na tevê durante o carnaval é um lastimável exemplo de irresponsabilidade do governo federal no combate àquela epidemia.

Como divulgado por esse órgão, o número de infectados pelo vírus HIV cresce no Brasil dentre jovens homossexuais. São milhares de vidas com a saúde ameaçada dia a dia. E qual a resposta dada a isso? A obediência à bancada conservadora religiosa do Congresso Nacional, que, inclusive, é menor que a bancada pró-LGBT.

Estamos aqui para reforçar a necessidade de um estado laico, que respeite todas as religiões e que, justamente por isso, não deve deixar-se guiar por nenhuma delas. Esse valor é base da democracia. Caminhar sem respeito a esse fundamento faz deste ministério um cúmplice da epidemia em vez de um combatente contra ela.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Novo vídeo de prevenção 
a Aids para o carnaval 
direcionado aos gays 
é sem atração



O Ministério da Saúde mandou retirar de circulação um vídeo que promovia o uso de preservativos durante o carnaval. O motivo é que o vídeo continha um casal de homossexuais trocando carícias.

A ordem para retirada do vídeo foi repassada pelo Ministério da Saúde à Coordenação Nacional de DST/AIDS e Hepatites Virais por pressão da bancada evangélica no Congresso Nacional. O vídeo fazia parte da campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis durante o período do carnaval e era dirigido aos jovens homossexuais na faixa etária de 18 a 24 anos.

A decisão do Ministério da Saúde desagradou as ONG e a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais que mais uma vez se sentiram desrespeitado pelo Governo Federal.

A pressão dos movimentos sociais, políticos e a da população LGBT nas redes sociais fez com que o Ministério da Saúde lançasse um novo vídeo, mas o novo vídeo é tímido, sem atração e com certeza não chama atenção para o assunto proposto. E, assim, mas uma vez o Ministério da Saúde desperdiça dinheiro, prejudica um segmento social para atender aos interesses dos fundamentalistas religiosos.

Veja o novo vídeo.



Veja o video censurado.

Pré-candidatos LGBT 
às eleições estão expostos 
ao "oportunismo eleitoral", 
diz Deputado Jean Wyllys

Deputado Federal Jean Wyllys - PSOL/RJ

Mesmo com número expressivo, e em crescimento, de 95 pré-candidatos às eleições municipais, a comunidade LGBT pode encontrar forte resistência ao tentar emplacar a bandeira da causa nas discussões de alguns partidos. O que representaria um avanço na universalização do debate a respeito da diversidade sexual, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ)  alerta para o “oportunismo eleitoreiro”, com o intuito apenas de angariar votos.

Os 95 pré-candidatos, contabilizados até a última semana pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), estão filiados em 18 diferentes partidos, inclusive em legendas historicamente conservadoras em se tratando de assuntos que dizem respeito à diversidade sexual. Jean Wyllys considera que, principalmente em pequenas e médias cidades, onde há naturalmente maior resistência, os postulantes a cargos públicos da comunidade LGBT podem servir como “puxadores” de voto, pois sem conhecimento da bandeira que o partido carrega, e sem saber se é um partido que nacionalmente luta contra os direitos LGBT, os interessados acabam se deixando levar.

“Alguns partidos recebem os candidatos apenas para somar votos à legenda, acabam não lhe dando apoio. Aí o número de votos que eles conseguem nao dá pra se eleger, mas pode favorecer o partido que é conservador e luta publicamente contra os direitos LGBT. Então temos um oportunismo eleitoral para incorporar essas figuras, geralmente aquelas mais folclóricas, ou as mais conhecidas, como as travestis, que já têm um apelo visual”, pontuou o deputado.

O presidente da ABGL, Toni Reis, no entanto, ressaltou que até agora nenhum dos partidos recusou-se a receber pré-candidatos da comunidade LGBT e, também, sem quaisquer indícios de rejeição às discussões. “Dos 29 partidos, temos pessoas LGBT em 18 deles, o que engloba todas as ideologias. Acho que isso é muito importante na nossa luta”, considerou o ativista.

Jean Wyllys concorda que não são apenas partidos de esquerda, que historicamente abrem maior espaço às discussões de diversidade sexual, que estão contabilizando candidatos da comunidade LGBT. Atualmente, partidos de ideologias liberais e conservadoras também mostram interesse em incluir essa pauta à legenda. “Isso é um fator positivo”, ressalta. “A gente vê isso em nível nacional. Veja bem, em nível nacional. O PSDB, por exemplo, tem a diversidade tucana, que é um grupo de militantes do próprio partido. Então, esse partido que inclina para o conservadorismo em certos momentos também tem essa bandeira e toca, de certa forma, uma política”, afirmou o psolista.

O deputado, porém, reiterou que o fato de muitos dos pré-candidatos estarem em cidades do interior do Brasil, os diretórios municipais dos partidos, ao contrário do que possivelmente possa fazer a direção nacional, não levantarão a bandeira da causa, incorporando o candidato apenas para somar votos. “A gente tem de tratar a coisa com mais complexidade, inclusive para ajudar esses candidatos nessas situações”, concluiu.

Da  Rede Brasil Atual 
por Virginia Toledo

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Dia Internacional 
Contra a Homofobia 2012

________________________________
A homofobia, educação e diversidade serão os focos de debates e discussões para o dia 17 de maioDia Internacional Contra a Homofobia 2012.
_____________________________________

Ativistas de todo o mundo se preparam para as comemorações do dia 17 de maio - Dia Internacional Contra a Homofobia e a Transfobia.

No ano passado, 90 países participaram do movimento global, com sua diversidade, criatividade e energia, e o dia 17 maio de 2012 será, sem dúvida, mais uma vez um ponto de referência para a mobilização mundial da diversidade sexual e de gênero.

O Comitê IDAHO incansavelmente tem promovido esta diversidade e visa a dar maior visibilidade e publicidade possível a questão.

O assédio moral homofóbico e transfóbico foi identificado a partir de consultas e debates com ativistas de todos os continentes do planeta, sendo esta a questão de foco para o ano de 2012.

Detectou-se que a maioria das escolas ao redor do mundo não são lugares seguros para as crianças e estudantes em geral que não pertencem às normas de gênero convencional. As crianças que não são suficientemente "masculino" e meninas que não são suficientemente "femininas" são vítimas de discriminação, estigmatização e bullying.

Além disso, muitos professores homossexuais têm que esconder sua orientação sexual, se quiser manter seu emprego, e para evitar o assediado moral. Mesmo nas sociedades mais progressistas, a vulnerabilidade dos jovens para o assédio tem produzido efeitos desastrosos, como evasão escolar e o suicídio.

Em geral, o que é ensinado em sala de aula reforça a homofobia, ao invés de ajudar a transformar as sociedades a serem mais sensíveis à diversidade.

O próximo Dia Mundial Contra a Homofobia terá como foco superar esta situação.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Reforço à militância LGBT 
de Rondônia

Thonny Hawanny, militante LGBT

A militância LGBT de Rondônia brevemente contará com um reforço expressivo na luta pelos seus direitos e dignidade, trata-se do retorno ao movimento LGBT, do ativista Thonny Hawanny, que foi um dos fundadores e primeiro presidente do Grupo Arco-Íris de RondôniaGAYRO – fundado em novembro de 2006, que tem como sede social o município de Cacoal.

Thonny juntamente com a trans Mikaela Cândida estarão disputando a direção do GAYRO, no dia 12 de fevereiro, para o biênio 2012/2013. Reestruturar e estabelecer parcerias para fortalecer o Grupo junto à comunidade e aos poderes públicos municipais, estaduais e federais é objetivo da nova diretoria.

Thonny Hawanny é professor, blogueiro, bacharel em Direito e um atuante militante das causas de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, além de ser uma pessoa com acesso a todos os segmentos da população LGBT e da sociedade de Cacoal. Portanto, credenciais importantes aos militantes dos Direitos Humanos, que tem foco nas parcerias políticas e privadas em prol dos direitos e cidadania plena das pessoas LGBT.

Ética, moralidade e direito, precisa-se! Sejam bem-vindos Thonny Hawanny e Mikaela Cândida.

Em tempo: As eleições acontecerão na sala do Proformar – Rua dos Pioneiros, 2292, centro, Cacoal, Rondônia, das 8 às 15 horas.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

“Em Bogotá se pode ser gay”


Na mesma linha gay friendly, como Rio de Janeiro, Lima, México e Argentina, a capital colombiana Bogotá também entra no rol para fisgar os turistas LGBT. A prefeitura lançou uma campanha que tem por objetivo conscientizar a população das garantias e direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.

Anúncios que diz “Em Bogotá se pode ser gay, lésbica, bissexual e transgênero” podem ser visto pela cidade colombiana e nos meios de comunicação, além de que, como parte da campanha, cartazes, postais, chaveiros, calendários, manuais, folders, etc, são distribuídos em locais públicos e nas escolas.

O programa é desenvolvido pelo Departamento de Planejamento do Distrito de Bogotá e, é parte das políticas públicas para a plena garantia dos direitos de lésbicas, gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.


domingo, 5 de fevereiro de 2012

A cada 20 horas um gay 
é morto no Brasil

99% dos assassinatos de LGBT são com requintes de crueldades

O antropólogo Luiz Mott denuncia e divulga mais uma vez a relação da barbárie dos assassinatos de homossexuais no Brasil. Conforme Mott, o mês de janeiro encerrou com 36 homossexuais assassinados, o que corresponde um assassinato a cada 20 horas.

Assim mesmo, o governo federal se faz de cego e mudo diante desse genocídio contra a população de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Aliás, a cegueira e mudez da Presidenta Dilma Rousseff em relação aos assassinatos das pessoas homossexuais é incompreensível. O primeiro ano de seu mandato foi manchado pelo sangue de 260 mortes de LGBT, que foram trucidados pelo ódio. A resposta da Presidenta foi "Não aceito propaganda de opções sexuais”.

A incitação à violência contra os homossexuais, pelos fundamentalistas religiosos, faz eco nos templos religiosos do país, sem citar os canais de televisão, e nada acontece. Há não ser o aumento de mortes pelo crime de ódio.

Luiz Mott, decano do movimento LGBT brasileiro, preceitua que a solução é liberar o kit antihomofobia, promoção de campanha nacional de grande impacto ensinando os LGBT a redobrarem o cuidado para não ser a próxima vítima, e o principal que é aprovação da equiparação da homofobia ao racismo.

O governo não pode se omitir, precisa, sim, atuar arduamente em campanhas de respeito às diferenças, ensinar que ninguém pode exercer práticas violentas contra os diferentes. Se calar, é porque é conivente.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Saúde mobiliza 
jovens gays 
na prevenção à aids


Os jovens gays de 15 a 24 anos são o principal foco da campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval deste ano. A ação dá prosseguimento ao tema lançado no Dia Mundial de Luta contra a Aids, em 1º de dezembro último. De 1998 a 2010, o percentual de casos na população heterossexual de 15 a 24 anos caiu 20,1%. Entre os gays da mesma faixa etária, no entanto, houve aumento de 10,1%, conforme último boletim divulgado.

“Embora as atividades de prevenção ocorram durante todo o ano, em um processo contínuo, o momento da campanha do carnaval é importante. Vamos chamar a atenção para a saúde em situações e momentos específicos nessa grande festa que é o carnaval brasileiro”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A campanha, lançada nesta quinta-feira, 2, também traz materiais para o público geral e uma chamada inédita para travestis.

O conceito da campanha é: “Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua”.

A grande novidade do carnaval deste ano é um pôster dirigido às travestis. É primeira vez que o Ministério da Saúde apresenta um material específico para esse público na campanha de carnaval” ressaltou Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.

www.aids.gov.br

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Literatura homoerótica 
de Augusto Treppi

O escritor Augusto Treppi em parceria com a Compre Livros GLS lançam mão das novas tecnologias, que dão novas possibilidades de vazão às produções artísticas e disponibilizam, por meio eletrônico, até o dia 26 de fevereiro, os três e-books: Dominação, Cama King Size e Obsessão ao preço de R$ 4,90 cada.

Mas a ideia é essa mesmo, conferir na prática se é possível disponibilizar livros eletrônicos a um custo bem baixo para o leitor e ainda assim remunerar toda a cadeia produtiva”, afirma Treppi. 

O endereço da loja é www.comprelivrosgls.com.br

Dominação" é um livro que aborda o tema do fetiche da dominação na homossexualidade. É a narrativa de como a vida de um pacato executivo se transforma de maneira radical quando, inadvertidamente, ele se envolve com um funcionário, passando a experimentar um turbilhão de emoções até então desconhecidas.

Obsessão” - Traz elementos de romance policial e mistério. A narrativa, em primeira pessoa, é feita pelo personagem Ramon, um bem sucedido e ingênuo cirurgião que busca refazer a sua vida ao lado de um rapaz mais jovem, de origem humilde. O estilo cinematográfico e a descrição detalhada de sexo explícito, marcas do autor, estão presentes também nesse e-book.

Cama King Size” o autor apresenta em linguagem cinematográfica a saga de três personagens marcantes, onde conflitos psicológicos e temas sociais são entremeados de cenas de sexo pontuadas de forma explícita, criando uma narrativa inédita em termos de literatura homoerótica.



O autor
Augusto Treppi usa uma linguagem real, portanto, pornográfica e, assim, consegue transportar o leitor para as cenas que criou. A trajetória do autor começou com a publicação, na Internet, de alguns textos bem liberais e descompromissados. Logo ele percebeu aumentar  e muito  o número de interessados. Decidiu então criar um blog e a assombrosa quantidade de visitas, praticamente forçou Augusto a publicar estes livros.
Autêntico representante da geração “fake” virtual, Augusto Treppi é um autor recluso. Ninguém conhece ao certo sua identidade ou viu seu rosto, nem mesmo seus editores. Todos os contatos com este escritor são feitos através de um intrincado sistema que envolve uma infinidade de e-mails e perfis das ferramentas de relacionamento da Internet.
1° Encontro 
de Escritores cariocas 
de Literatura com temática Gay


A Diversidade em literatura” é o tema do bate-papo do 1º Encontro de Escritores Cariocas de Literatura com Temática Gay, agendado para acontecer no próximo dia 29 de fevereiro, nas dependências da FNAC do Barrashopping, no Rio de Janeiro.

Existe literatura gay?
Como definir esse tipo de escrita?
Como é o processo para publicar um livro de temática LGBT?
Quais os caminhos alternativos para quem não consegue publicar seu livro através de uma editora?

Estas são algumas das questões que serão debatidas pelos escritores Luiz Capucho, Kiko Riaze, Sergio Viula e Felipe Dias. A mediação do debate será do escritor Fábio Fabrício Fabretti.

E para os presentes, após o debate, serão sorteados livros com sessão de autógrafos.
Evento cultural imperdível. Agende-se! A entrada é franca.

Local: Loja Fnac do Barrashopping
Endereço: Av. das Américas no 4.666, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ
Data: 29 de fevereiro de 2012, quarta-feira. 
Horário: 20h.

Agencialgbt
 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

África do Sul: 
Assassinos de lésbica 
pegam 18 Anos de prisão

Ativistas pedem justiça para Zoliswa
__________________________________________
Quatro jovens sul-africanos foram condenados a 18 anos de prisão, nesta quarta-feira, 1, pelo crime de homicídio de uma jovem lésbica em 2006.
__________________________________

Em 2006 Zoliswa Nkonyana uma jovem lésbica de 19 anos, que vivia abertamente a sua orientação sexual, foi espancada e esfaqueada até à morte na porta de sua casa, na Cidade do Cabo.
 
O juiz Raadiyah Wathen, quando proferiu a sentença afirmou que a pena atribuída é um alerta de que a violência é intolerável, e que a violência com base na discriminação sobre orientação sexual não será tolerada no país.
 
Após ser proferida a sentença, amigos e ativistas fizeram festa na frente do Tribunal apesar de ainda lembrar a morte brutal de Noxolo Nogwaza, ocorrida em 2011, a qual permanece até agora sem os culpados presos.

A África do Sul tem, desde 2006, casamento entre pessoas do mesmo sexo, sendo a única nação no continente a fazê-lo. 
GGB lança campanha 
contra crimes homofóbicos

Antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia

O Grupo Gay da Bahia em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Bahia estão organizando uma Campanha Contra Crimes Homofóbicos. A campanha terá dois outdoors, um dirigido à comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, orientando-os para que não dê vacilo e não seja a próxima vítima, e o outro para a população em geral, inclusive aos assassinos potenciais, para que respeitem e não matem os homossexuais.

A campanha, além de aplausível, ainda permite a participação de qualquer pessoa na autoria dos outdoors. Serão escolhidos pela Comissão organizadora os dois melhores,  será levado em consideração os textos diretos, que sensibilizem mais e que permitam erradicar ou, ao menos, neutralizar a homofobia. Os outdoors poderão ser usados em campanha nacional em todas as capitais do país.

Participe, solte sua imaginação e indignação. As propostas deverão ser encaminhadas para o GGB no email: luizmott@oi.com.br .

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Participe e indique seus favoritos

12º Prêmio 
Cidadania em Respeito 
à Diversidade


A APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo) começa a receber do público as indicações para a 12ª edição do Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade. A cerimônia promovida pela organização integra a programação oficial do 16º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo – que ocorre entre maio e junho deste ano – e homenageia pessoas, entidades, autoridades e ações que foram protagonistas na garantia e promoção dos Direitos Humanos da população LGBT em 2011. As sugestões de premiados podem ser registradas de 30 de janeiro a 29 de fevereiro, através de questionário online disponibilizado pela Associação.

Nesta edição, o Prêmio é composto por quatro categorias, que se dividem em outras 19 subcategorias. São elas: Político-social (Ação Política, ONG, Direitos Civis, Educação, Esporte, Trabalho e Saúde); Cultura e Entretenimento (Ação Cultural, Artes Cênicas, Literatura, Cinema Ficcional, Documentário e TV); Mídia (Imprensa, Publicidade e Internet); e Especial (Internacional, Memória e Homenagem). Qualquer pessoa pode registrar suas indicações, que serão avaliadas pela diretoria da Associação.
 
A APOGLBT ressalta que a indicação não tem validade de voto, ou seja, a diretoria da entidade levará em conta a relevância do indicado e não a quantidade de indicações recebidas. Cabe também apenas à diretoria da Associação analisar todas as sugestões e decidir pela prerrogativa.
 
CLIQUE AQUI  para registrar suas indicações

Respeito à diversidade, valorizando quem faz
 
Realizado anualmente pela APOGLBT desde 2001, o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade surge simultaneamente com outras duas atividades, o Gay Day e a Feira Cultural LGBT, que, somando à Parada, culminam com a oficialização do calendário do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.
 
A cerimônia de premiação expressa a importância da atuação dos homenageados em prol da cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. É também uma importante ferramenta de divulgação e valorização das atividades que contribuíram com o movimento LGBT para a consolidação do respeito à diversidade, bem como um estímulo às práticas socialmente responsáveis.
 
O design do troféu utilizado desde a primeira edição – no formato de uma mão em sinal de positivo, referência à logomarca da APOGLBT – foi criado e doado para Associação pelo designer e arquiteto Duílio Ferronato.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A Boate La Hondda 
apresenta 
Silvetty Montilla





No próximo dia 4 de fevereiro quem aterrissa no palco da Boate La Hondda Dance Club é a drag da Blue Space de São Paulo, Silvetty Montilla considerada como peça-chave na indústria do lazer para o público gay. A artista usará todo seu humor, irreverência e talento para animar o publico gay e simpatizantes presentes.

Os ingressos já estão à venda na Racco Cosméticos, sendo que os lotes de R$ 30,00 são limitados somente para venda antecipada porque na hora o preço será de R$ 40,00. Maiores informações é só discar para 9219.4494.

A La Hondda também estará sorteando cinco entradas e um jantar com a Silvetty Montilla, entre os clientes que estão compartilhando o flyer do show no facebook. Arrasou, né!?

Além de Silvetty Montilla e da promoção do compartilhamento do flyer, o DJ Marcelo Fagner completa a noite com muita música para não deixar ninguém parado.

A Boate La Hondda Dance Club fica localizada na Rua Brasília subesquina com a Rua D. Pedro II, Centro – Porto Velho / Rondônia.


Luiz Mott cobra da 
Presidenta Dilma ação eficaz 
contra homofobia 


O decano do movimento LGBT do Brasil e fundador do Grupo Gay da Bahia, Antropólogo Luiz Mott foi um dos convidados para participar da cerimônia do Dia Internacional de Memória das Vítimas do Holocausto, que aconteceu neste domingo, 29, no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador capital da Bahia, e para acender uma das sete velas Menorá, o cerimonial Candelabro Judeu, no dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, representando os grupos perseguidos pelos nazistas, que foram homossexuais, ciganos, negros, judeus, comunistas, etc.

Mott não conseguiu entregar nas mãos da Presidenta Dilma Rousseff uma Carta de Protesto contra o Homocausto praticado em nosso país com omissão do Governo Federal, mas aproveitou para distribuir aos jornalistas presentes no evento.

Veja abaixo o conteúdo da carta protesto.

HOMOCAUSTO: TODO DIA UM HOMOSSEXUAL É ASSASSINADO NO BRASIL NO GOVERNO DILMA

Fundador do Grupo Gay da Bahia entrega carta de protesto a Presidenta Dilma na Celebração do Dia Internacional da Memória das Vítimas do Holocausto em Salvador denunciando homofobia do governo federal e estadual

Hitler enviou para os campos de concentração mais de 300 mil homossexuais, segundo dados da Cruz Vermelha. No Brasil, nos últimos trinta anos, mais de 3.500 gays, travestis e lésbicas foram cruelmente assassinados, vítimas da homofobia cultural. De um“homocídio” a cada 3 dias na década anterior, em 2011 um LGBT foi assassinado a cada 36 horas e neste primeiro mês 2012, a homofobia aumentou a níveis insuportáveis: todo dia um homossexual é assassinado, fazendo do Brasil o campeão mundial de crimes homofóbicos.

Além da homofobia cultural, fruto do machismo e intolerância religiosa, vivemos inaceitável homofobia governamental: o veto da Presidenta Dilma ao Kit AntiHomofobia -aprovado pela Unesco e Conselho Federal de Psicologia, por chantagem de fundamentalistas evangélicos - deixou mais de 6 milhões de adolescentes sem informação vital sobre direitos humanos e de como erradicar o bullying que fere e provoca a evasão de tantas transexuais e travestis das escolas. A não implementação de um banco de dados oficiais sobre crimes contra homossexuais, prevista no Plano Nacional de Direitos Humanos II representa gravíssimo crime de prevaricação e homofobia federal, já que a impunidade estimula novos assassinatos de LGBT.

A Confederação Israelita do Brasil e a Sociedade Israelita da Bahia ao convidarem o fundador do Grupo Gay da Bahia, Prof. Luiz Mott, a acender uma das sete velas da Menorá, o cerimonial Candelabro Judeu, no dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, além de manifestar sua solidariedade aos demais grupos perseguidos pelo Nazismo - negros, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová – mprovoca a discussão sobre a urgência de estancar essa persistente crueldade contra as mesmas minorias sociais que continuam vítimas da intolerância contemporânea.

A entrega deste documento à Presidenta da República nesta celebração é a ocasião ideal para o Estado Brasileiro repensar estratégias e ativar políticas públicas eficazes para mais de 20 milhões de brasileiros e brasileiras homossexuais e transgêneros cuja esperança de vida vem diminuindo dramaticamente no atual governo federal e estadual: na Bahia, neste mês já foram assassinados oito LGBT, pelo sétimo ano campeã nacional de homocídios.

Presidenta Dilma e Governador Wagner: vossas inexistentes ou tímidas políticas públicas para a comunidade LGBT não estão dando certo! Não sejam cúmplices de tanto sangue gay derramado! Como disse a Senadora Martha Suplicy, “piorou a situação dos homossexuais no Brasil. Enquanto na Argentina tem casamento gay, no Brasil há espancamento!”
É no mínimo contraditório a Presidenta Dilma acender mais uma vela pelos mortos no Holocausto e continuar insensível ao Homocausto que todo dia ceifa a vida de um homossexual no país.

O Grupo Gay da Bahia exige a liberação imediata do Kit Antihomofobia, realização de campanha nacional de impacto contra crimes homofóbicos, criação de banco de dados sobre violência letal e não letal contra homossexuais e implementação em todos os estados da Coordenadoria e Conselho LGBT.

Luiz Mott

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Pelotas sedia 
Festival Gay Friendly


Com o objetivo de desenvolver o turismo gay friendly e de transformar a cidade em um lugar amigável à comunidade LGBT, a cidade gaúcha de Pelotas será anfitriã do Festival Gay Friendly, que acontecerá no dia 11 de fevereiro de 2012, a partir das 20h, no Clube Caixeiral, na Praça Cel. Pedro Osório, 106 Centro, o Tradicional Baile Gay de Pelotas. A ideia é promover um encontro da cultura e das artes LGBT do cenário nacional e internacional.

Desenvolver a cultura humana em todos os seguimentos da nossa sociedade é nosso dever e um direito de todos. Assim, com o propósito de somar esforços na luta pela igualdade social do Estado do Rio Grande do Sul, criamos o Festival Gay Friendly, evento destinado à cultura do seguimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), a favor de sua igualdade e reconhecimento no contexto social”, afirmou o ativista LGBT Adriano Stylle, da Sociedade Gay Friendly Brasil.

Saiba mais acessando o site do Festival .
Divulgado o tema da 
16ª Parada do Orgulho LGBT 
de São Paulo


Homofobia tem cura: educação e criminalização!Preconceito e exclusão, fora de cogitação! é o tema da 16ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que ocorre em junho de 2012. A frase faz referência ao problema da discriminação como uma doença social que afeta a cidadania coletiva e reivindica a aprovação do projeto didático Escola Sem Homofobia e do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 como as principais ferramentas para combater esse vício. O tema foi o mais votado pelo público em uma enquete realizada no site da organização. Assim como as outras opções, a frase escolhida é resultado de um concurso cultural promovido nas redes sociais.


Todas as formas de preconceito afetam não apenas o grupo que é vitimado, mas a sociedade como um todo. Recentemente, acompanhamos notícias de heterossexuais que foram violentamente espancados em ataques homofóbicos, por terem sido confundidos com gays, incluindo um pai que abraçava seu filho numa festa. O Brasil precisa entender que educar para o fim da homofobia e condenar os homofóbicos não é uma medida que privilegia os LGBT, mas garante a igualdade e liberdade de todos os cidadãos”, afirma o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Fernando Quaresma.
 

A autoria do tema é de Anita da Costa Prado e Luis Guilherme, que participaram do concurso #temadapadara, promovido pela Associação durante o último mês de novembro. Entre cerca de 250 sugestões recebidas por e-mail, Facebook e Twitter, as frases de Anita e Luis foram selecionadas pela diretoria e coordenadores da entidade com outras quatro, que formaram mais duas opções de tema. Em votação realizada no site da APOGLBT, o tema composto pela dupla foi o escolhido pelo público. Confira os resultados:
 

Homofobia tem cura: educação e criminalização! - Preconceito e exclusão, fora de cogitação! (de Anita Costa Prado e Luis Guilherme)
164 votos (41%)
 

Onde tem amor, tem família! - Casamento e adoção, nós também queremos! (de Maju Doria e Carol Martins)
148 votos (37%)
 

Manifeste sua identidade! Celebre a diversidade! - Somos o que somos e lutamos pelo que queremos!(de Gabriel Ribeiro e Paulo Cesar Gonçalves)
85 votos (21%)
 

Os seis participantes ganharam como prêmio simbólico o acesso ao trio elétrico oficial da APOGLBT, responsável pela abertura da manifestação. Cada um terá ainda o direito de levar um acompanhante.


Justiça de Rondônia autoriza casamento civil homoafetivo 
em Cacoal

Thonny e Rafael Hawany

Na última quarta-feira, dia 25 de janeiro de 2012, após parecer favorável do Ministério Público, o juiz de direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Cacoal, Áureo Virgílio de Queiroz, autorizou a homologação da habilitação para o casamento de Antônio Carlos da Silva (Thonny Hawany) e Darciano Costa de Souza (Rafael Costa) com fundamento no artigo 1.526 do Código Civil, limitando-se, o juiz a dizer que “a habilitação será feita pessoalmente perante o oficial do Registro Civil, com a audiência do Ministério Público”.

Thonny e Rafael já vivem em união estável há mais de um ano e, em virtude da seriedade do relacionamento, resolveram legalizar a situação junto ao Cartório Civil da Comarca de Cacoal aproveitando que a decisão do Supremo Tribunal FederalSTF – ao reconhecer, com efeito vinculante, a união estável entre pessoas do mesmo, deixou brecha para que os casais habilitassem-se diretamente para o casamento, dispensando a etapa do registro de escritura pública no Tabelionato de Notas.

Por considerar que “não há argumentos jurídico-constitucionais aptos a impedir que duas pessoas do mesmo sexo busquem a sua realização pessoal através da constituição de uma família, direito que não é restrito aos casais heterossexuais, mas sim de todo ser humano”, Lisandra Vanneska Monteiro Nascimento Santos, encerra seu parecer afirmando que o Ministério Público não se opõe à habilitação de Antônio Carlos da Silva e Darciano Costa de Souza para o casamento civil.

Thonny e Rafael escolheram o Regime Parcial de Bens, ou seja: tudo o que for construído, amealhado e/ou adquirido por esforço comum de ambos, no transcorrer do casamento, deverá pertencer aos dois. Outra formalidade que está perdendo espaço nos casamentos heterossexuais, mas que Thonny e Rafael não abriram mão foi a troca dos nomes entre eles. Depois de casados, Thonny passará a se chamar Antônio Carlos da Silva Costa de Souza e Rafael Deverá assinar como Darciano Costa de Souza e Silva.

Os trâmites cartoriais correrão a partir de segunda-feira, dia 30 de fevereiro e os noivos terão, conforme orientação do próprio cartório, 80 dias para realizarem a cerimônia e consequente assinatura dos documentos de legitimação do casamento civil entre eles. Conforme informação do cerimonial, o casamento acontecerá no salão do Hotel Catuaí, em Cacoal/RO, com celebração do ato por pessoa competente e assinatura do livro de registros civis pelos noivos e testemunhas.

Fonte: thonnyhawany.blogspot.com